quarta-feira, 30 de abril de 2008

teoria da montagem
teoria da milhagem
teoria da legenda
teoria da validade
teoria da da composição
teoria de como dhiacho é isso ou meu deus isso existe?
teoria da comunicabilidade do orkut
teoria da sexualidade ou da unha mal feita ou não ponho minha mão no fogo por ninguém
teoria do prefiro nao comentar
teoria do peraí, deixa eu elaborar
teoria da autoestragabilidade
teoria da ajuda-mútua
teoria da incoveniencia
teoria da unha quebrada

teoria da teoribilização

sábado, 26 de abril de 2008

- sabe quem tu é?
-?
- sádica, pervesa com vocação pra medéia
- ah ta.



sexta-feira, 25 de abril de 2008


volúvel e volátil

sabe naftalina?

pois é


quarta-feira, 23 de abril de 2008

o milho amarrado ao chinelo ou cronicas de um amor louco ou tudo o que eu queria era ser um passarinho

Os milhos que querem andar pelo mundo, não tem recursos, nem pé de meia, nem pé. Sabe-se de um que juntou os trapos com uma chinela. Sem peso e sem culpa foram ser felizes em algum lugar longe das latinhas de milho, pés com frieira e passarinhos famintos. Chinelas precisam dos milhos também. Essa não queria ser mais uma chinela solta, sozinha, sem par e sem cabresto no mundo.
Foram felizes até que a chinela viu que o milho engordava e que sempre se debulhava, em lagrimas, ao lembrar do passarinho que comeu sem culpa, bateu asas e voou. Assim, o amor foi se decompondo. O milho também. A chinela de novo, antibiodegradavelmente, quedou sem eira nem beira. Os pés fora do chão, sem par.
moral da história
- e=mc²
-japonesas só havaianas
-não ha vantagens em ser biodegradável
-tudo o que eu queria era ser um passarinho
-arwen e aracorn
-preciso de um aldol
*baseada em fatos reais, narrada por gustavo, fares e apoio moral do cleverson

terça-feira, 22 de abril de 2008

A pele esconde o que tem dentro. Os musculos, as visceras e os dentes. Sem a pele, outros conceitos de beleza e mais prováveltalvez conhecer o monte de carne, osso e gordura que anda, fala e trabalha filantropicamente. Que tendão lindo!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

É preciso ver a grandeza das coisas, a grandeza infima das coisas do de barros, e mais, é preciso ver a pequeneza das coisas também. Uma cadeira é uma cadeira por sua grandeza e sua pequeneza. Pessoas são grandes e pequenas. Tem muita gente no mundo. Algumas cadeiras são mais pessoas que certas gentes, o embate é mais explícito.
*em memoria ao que o zeo escrevia quando tinha 14 anos
hahahaha

domingo, 20 de abril de 2008

no fim do corredor tem uma porta. A chave tá embaixo do tapete do lado do console. Antes ficava dentro do vaso, mas o vaso quebrou. Antes todos tinham sua própria chave, mas foram perdidas aos poucos. O vaso quebrou.

sábado, 19 de abril de 2008

Ei, senta, toma teu café, descafeinado e pingado. Tá tão sisudo que os olhos andam saltando. O mormaço aqui é sempre assim também, quase o mesmo. A gente nem se dá conta quando passa de um mormaço da tarde pra o mormaço de outra tarde. Congela de crepusculo a outro, mas as tardes se poem em qualquer lugar, não é? Toma ai, teu café ta esfriando.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Há que se registrar o momento. Noite fria, não atípica, trovão, buzina. Trilha de filme. A sombra volta para iluminar com um relampago, uma lâmpada, uma vela ou um candeeiro. As gotas caindo também se pegam num esforço inútil de fazer previsões para humano nenhum.
Os objetos falam, os lugares falam. Sibilam procurando quem disposto a ouvir. As palavras não dão conta das coisas. Um olho não, um olho ecoa. Uma sensação não, uma sensação ecoa. Um sentimento não, um sentimento ecoa.
As palavras não, as palavras ficam e caem, por que não tem onde se segurar. Algumas se agarram num olho, numa sensação ou num sentimento e vão plainar por aí. Sim, as coisas se derivam no plainar. Sem destino, com intenções. Chegar sem peso. Ecoar.
Mais que a altura, o peso, a largura, o tempo: os ecos se juntam para fazer outras coisas, se tornarem-se indizíveis na boca de outras pessoas. Nisso se resume sua força vital. Os ecos não morrem por serem vampiros do tempo e o tempo não morre por que manda recado pelos ecos.
Quando um eco-alfa passa pelo eco-beta trocam uma idéia. Assim acontece com todos os ecos batizados com alfabeto grego, latino ou hindu. Por isso é que andam em revoada, batem asas e vão-se embora.

domingo, 13 de abril de 2008

– Bien sûr, dit le renard. Tu n’es encore pour moi qu’un petit garçon tout semblable à cent mille petits garçons. Et je n’ai pas besoin de toi. Et tu n’as pas besoin de moi non plus. Je ne suis pour toi qu’un renard semblable à cent mille renards. Mais, si tu m’apprivoises, nous aurons besoin l’un de l’autre. Tu seras pour moi unique au monde. Je serai pour toi unique au monde…

le petit prince

segunda-feira, 7 de abril de 2008


quinta-feira, 3 de abril de 2008

DESEJOS

Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.

drummond

excessao para o bronzeado legal ¬¬